A história do Terras do Golfe começa de forma íntima. Na manhã seguinte a uma viagem, Baiano contou a Roseli que desejava empreender um campo de golfe na área da família. Ela respondeu com a franqueza de quem ainda não conhecia o esporte — e com a coragem de quem estava disposta a aprender ao lado dele.
“Baxa”, como Baiano a chamava carinhosamente, era mais do que um apelido. Para Roseli, soava como um sussurro de “meu amor”. A memória desse diálogo preserva a dimensão humana do projeto: antes do traçado, da grama e dos primeiros jogadores, existiram parceria, confiança e um sonho partilhado.
